Social Commerce e Live Shopping: Vender em Redes Sociais ou em Loja Tradicional?

A jornada de compra do consumidor mudou drasticamente. Hoje, a decisão de adquirir um produto não começa mais em um motor de busca, mas sim no feed de notícias ou em uma live envolvente. Essa é a essência do Social Commerce e do Live Stream Shopping, dois fenômenos que estão redefinindo o varejo.

Mas, afinal, como essas novas formas de vender se comparam ao modelo de e-commerce e loja tradicional? E qual o melhor caminho para o seu negócio?

O problema atual

Muitas marcas continuam investindo pesadamente em loja física ou em e‑commerce tradicional, com site próprio, catálogo estático e checkout separado das redes sociais. Enquanto isso, os consumidores estão cada vez mais dentro das redes sociais, descobrindo produtos, interagindo com lives, clicando direto para comprar. Pesquisa mostra que a modalidade de livestream shopping já movimenta volumes expressivos globalmente. (Statista sobre livestream commerce)

Isso gera dois impactos principais:

  • Perda de oportunidade: se você não está presente onde o usuário está, há chance de ficar para trás.
  • Fricção de compra: sair da rede social, abrir site, navegar pode gerar abandono e a venda que ocorre “dentro” da rede social elimina etapas.

A solução: usar social commerce e livestream shopping como parte da estratégia, não só loja tradicional

Adotar social commerce e livestream shopping não significa abandonar a loja tradicional significa integrar os dois de forma inteligente. A seguir, cinco práticas essenciais para adotar essa estratégia com sucesso.

1. Use as redes sociais como canal de descoberta e compra direta

Social commerce permite que o usuário descubra e compre sem sair da rede social. Isso reduz atrito e aumenta conversão. Por exemplo, um estudo indica que eventos de livestream apresentam taxas de conversão acima de 20‑30%. (Quick Market Pitch)

Exemplo prático

Crie lives regulares no Instagram ou TikTok com demonstração de produto, link “Compre agora” integrado e oferta exclusiva ao vivo. Use Stories com stickers de produto e integrações de compra direta.

2. Loja tradicional para experiência, estoque, retirada e confiança

A loja física ou e‑commerce convencional continuam valiosas: permitem experimentação, retirada na loja, atendimento personalizado e confiança maior em categorias de ticket elevado ou produtos complexos. O ideal é que ela atue como suporte ao social commerce.

Exemplo prático

Na loja física, ofereça quiosque para ver os produtos ao vivo sendo exibidos em lives, ou permita retirada “compre pelo social‑> retire na loja”. Use o site para catálogo completo, mas direcione tráfego das redes sociais para ofertas rápidas e experiências de live.

3. Lives com urgência, comunidade e interação real‑time

A livestream shopping combina venda com entretenimento, comunidade e urgência elementos que a loja tradicional raramente entrega de forma tão nativa. Segundo levantamento, mais de 61% dos consumidores usarão canais de livestream social para compras. (Fit Small Business)

Exemplo prático

Organize um evento de live no TikTok com host que responde chat ao vivo, mostra produtos em uso, oferece cupom de tempo limitado e uso direto do “comprar”. Integre o estoque da loja para entrega rápida ou retirada.

4. Dados, integração e omnicanalidade

Para que o social commerce funcione bem, ele não pode existir isoladamente. Os dados de usuário, estoque, envios, experiências devem estar integrados entre redes sociais e loja tradicional. Isso permite entender o cliente como um todo, personalizar ofertas e eliminar “silos”.

Exemplo prático

Use sistema que monitore conversões vinda de lives e redes sociais, vincule ao CRM da loja, analise que produtos estão funcionando no social, leve‑os à loja tradicional como “experiência” ou “exposição especial”.

5. Métricas, frequência e experimentação contínua

Como todo canal emergente, social commerce e lives exigem testes, frequência e medição. Uma live esporádica provavelmente não dará resultado significativo o ideal é consistência e adaptação constante.

Exemplo prático

Monte calendário de lives semanais, defina metas (participantes, engajamento, vendas diretas), compare com vendas da loja tradicional, ajuste horário, formato, host, produto. Use A/B test de live vs post estático e analise qual canal gera maior ROI.

Checklist rápido: como combinar social commerce + livestream shopping + loja tradicional

  • Configure catálogo de produtos com links de compra dentro das redes sociais.
  • Agende lives regulares com host ou influencer que represente bem sua marca.
  • Permita compras diretas na plataforma social ou com redirecionamento mínimo.
  • Integre estoque e logística da loja tradicional para suporte e retirada rápida.
  • Capte dados de audiência nas redes sociais e vincule ao CRM da loja física ou e‑commerce.
  • Monitore métricas: taxa de conversão social, tempo de live, engajamento, ticket médio, comparação loja tradicional.
  • Teste formatos (tutorial ao vivo, unboxing, oferta relâmpago) e avalie resultados.
  • Use interatividade nas lives (chat, enquete, Q&A) para aumentar engajamento.
  • Treine equipe da loja para conectar com social commerce (ex: “viu live, entre na loja para ver de perto”).
  • Planeje orçamento e recursos considerando que social commerce está em crescimento acelerado em alguns mercados, espera‑se que represente até 20% do e‑commerce até 2026. (Emplifi Guide)

Social commerce e livestream shopping representam uma nova forma de vender dentro das redes sociais: descoberta, interação e compra ocorrendo no mesmo ambiente. Já a loja tradicional (física ou e‑commerce) mantém seu valor como local de confiança, experiência física ou logística. A chave está em integrar ambos de forma fluida, medir resultados, adaptar formatos e colocar o cliente no centro. Marcas que usarem essa união tendem a converter mais, gerar fidelidade e se destacar.

Se você deseja que sua marca não fique para trás e aproveite o enorme potencial do social commerce + livestream shopping, agora é o momento de agir.

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Autores

  • img-6

    Formado em Comunicação Social, Gestão de e-commerce e performance.

    Mais de 12 anos de experiência em e-commerce.
    Atuou como Head de Operações, Marketing e Comercial em uma das maiores consultorias do Brasil, ajudando a movimentar mais de R$ 800 milhões em vendas online.

    Atuou em uma das maiores empresas de cosméticos do país, onde gerenciava operações com faturamento acima de 7 dígitos mensais.

    Liderou times de alta performance e desenvolvido estratégias para marcas de diferentes segmentos.

  • Paulo Miranda

    Formado em Finanças com especialização em Gestão Estratégica de Negócios pela Universidade Mackenzie.

    Mais de 8 mil horas de consultoria para e-commerce aplicadas em aproximadamente 20 segmentos de negócios.

    No mercado online desde 2010, atuando como fundador de e-commerces no segmentos de produtos esportivos, suplementos alimentares e moda infantil. Operações em Marketplaces e lojas próprias.

    Experiência em planejamento financeiro e gestão de pessoas com atuação em multinacionais e condução de projetos com equipes Mercados como: Costa Rica, Malásia, Romênia e Londres.

Especialistas em consultoria e gestão de marketplaces. Transformamos sua operação em uma máquina de vendas.

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